A culinária do Brasil é uma mistura de raças, tons, de cores e vida. Costumes e necessidade, de riqueza e de pobreza, é feita do fruto do trabalho, da criação, da arte, e da força de um povo. Ser brasileiro, é somar, misturar, criar. É viver, ser livre mesmo sem nada ter. É ter a alegria de transformar o nada em tudo.
Rale os mamões e lave-os bem, até retirar todo o leite. Leve ao fogo com a rapadura, gengibre, cravo e canela. Deixe cozinhar em fogo brando, mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela. Sirva com queijo.
Sirva o creme de cenoura acompanhado de croutons ou torradas.
Ingredientes: 1 xícara (chá) de maionese HELLMANN´S Deleite 1 colher (sopa) de creme vegetal BECEL 1 cebola pequena picada 2 cenouras médias cortadas em rodelas médias 2 xícaras (chá) de água fervente meia colher (chá) de sal 1 colher (chá) de gengibre fresco ralado
Preparo:
Em uma panela de pressão, aqueça o creme vegetal BECEL em fogo médio e refogue a cebola. Junte as cenouras e refogue por 3 minutos. Junte a água e o sal. Tampe a panela e cozinhe por 15 minutos, contatos a partir do início da pressão. Retire todo vapor e abra a panela. Bata no liquidificador até ficar cremoso. Volte a mistura batida para a panela, junte o gengibre e leve ao fogo médio. Acrescente a maionese HELLMANN´S deleite, mexendo delicadamente até ferver e ficar levemente cremoso. Sirva em seguida.
DICA
Hellmann’s Deleite substitui ingredientes tradicionais dessa receita, reduzindo 76,0% das gorduras saturadas deste prato. Rendimento: 6 porções
Tempo de preparo: 30 minutos
Tempo total: 30 minutos As receitas foram desenvolvidas pela Cozinha Experimental da Unilever.
A Região Centro-Oeste possui uma área de 1.592.749 Km², o que corresponde a mais de 18% do território brasileiro. É formado pelos estados: Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), e Goiás (GO). Nessa região encontra-se o Distrito Federal que, é a sede do governo da República Federativa do Brasil. Nele está localizado a cidade de Brasília, capital do nosso país. A região Centro-Oeste faz fronteira com todas as regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Ela faz fronteira também com dois países da América do Sul: Bolívia e Paraguai. A Região Centro-Oeste é a única região barsileira que não é banhada pelo mar, sendo este um fator que atrasou o seu povoamento, pois a região fica no coração da América do Sul.
O relevo da região é de altitudes suaves, destacando-se o Planalto Central, a Planície do Pantanal e o Planalto Meridional. Ela é atravessada pelo rio Paraguai e é uma planície que fica alagada durante as cheias (de setembro a abril), quando forma enormes lagos. O clima predominante na região é o tropical, continental ou semiárido. Na Região Centro-Oeste existe uma vegetação variada, embora a vegetação característica seja o CERRADO. O Cerrado é a segunda paisagem vegetal do Brasil. É uma consequência dos solos sedimentares permeáveis e é formada por campos naturais úteis para a criação de gado.
Necessidade pode ser usado em variados contextos: • Necessidade (filosofia) - a propriedade daquilo que é (e não pode não ser) em todos os mundos possíveis • Necessidade (psicologia)- é a sensação da falta de alguma coisa indispensável, útil ou cômoda ao homem • Necessidades educativas especiais, um conceito atual em Educação • Estado de necessidade, uma causa especial que retira o caráter antijurídico de um fato tipificado como crime • Necessidades Econômicas, também chamadas de "necessidades sociais" É tudo aquilo que precisamos para viver, necessitamos sempre de algo, de alguém de alguma coisa. É por esta necessidade que precisamos nos unir para fazer este trabalho bem feito.
240 gr de açúcar 240 gr de margarina 2 unidade(s) de ovo quanto baste de raspas de limão 500 gr de farinha de trigo
como fazer; Junte tudo até que fique com liga, amasse sobre uma pedra enfarinhada. Dê o formato que quiser, cortando com cortadores ou utensílios da cozinha. Coloque em um tabuleiro untado .Asse em forno a 150ºC até dourar.
20/04/2014 09h00 - Atualizado em 20/04/2014 09h14 Em GO, fazenda histórica preserva receitas antigas dos tempos coloniais Na propriedade do século XVIII, a dona se diz apaixonada por história. Ela mantém vivas receitas de dar água na boca, como a matula de galinha.
Do Globo Rural 9 comentários
A Fazenda Babilônia, em Goiás, proporciona uma viagem ao período colonial brasileiro. A principal fonte de renda vem do gado de corte, outra atividade importante é o turismo rural.
A dona da propriedade do século XVIII, Telma Machado, apaixonada por história, mantém vivas receitas antigas de dar água na boca.
Pirenópolis é uma joia do período colonial brasileiro com suas ladeiras, fachadas e igrejas. Fundada em 1727, a cidade passou por vários restauros nos últimos anos e hoje se destaca como um dos pontos turísticos mais badalados do Centro-Oeste do país.
Pirenópolis também preserva velhas tradições culturais como a Cavalhada, uma representação da batalha histórica, entre mouros e cristãos, que ocorre todos os anos pela cidade. No campo, a atividade mais importante é a criação de gado.
A Fazenda Babilônia, famosa pela região, é tombada como Patrimônio Histórico. De acordo com os donos, Antônio e Telma Machado, a fazenda começou a se formar no final do século XVIII e logo se tornou grande produtora de algodão e cana-de-açúcar.
A sede, comprada em 1870, segue o estilo bandeirista, um tipo de arquitetura difundida pelos bandeirantes, quando os exploradores saiam de São Paulo para escravizar indígenas, procurar ouro e outras riquezas.
Ao longo do ano, Telma recebe visitantes de várias partes do Brasil e de outros países, que buscam conhecer um pouco da história e da boa mesa da região. Ela ensina a preparar a matula de galinha e o bolo da senzala, duas receitas típicas da cozinha colonial goiana.
Matula de galinha Ingredientes 1 galinha caipira (ave velha de preferência) 100 gramas de farinha de milho 50 gramas de banha de porco 1 colher de sopa de alho amassado 1 colher de chá de açafrão da terra, também conhecido como cúrcuma Pimenta de cheiro e sal a gosto Palha de milho para embalar
Modo de preparo Corte a galinha em pedaços. Retire as vísceras e ossos. Leve as partes de carne para um moedor. Passe a farinha de milho em uma peneira para ficar bem fininha. Em uma gamela, misture a carne moída com os outros ingredientes. Misture bem a massa e faça bolinhos. Embale e amarre os bolinhos na palha de milho, que deve passar por uma boa fervura. As matulas prontas são colocadas em uma assadeira e levadas ao forno, onde ficarão por cerca 20 minutos. A receita rende cerca de 40 ou 50 matulinhas.
Bolo da senzala Ingredientes 1 litro de garapa de cana ½ quilo de fubá de canjica 2 xícaras de farinha de trigo ½ xícara de açúcar 1 colher de sopa de fermento 1 copo de leite 100 gramas de manteiga cravo e canela em pau algumas folhas de bananeira
Modo de preparo Despeje a garapa em uma panela no fogo baixo. Depois, coloque a manteiga, o açúcar, o leite, a canela em pau quebrada em pedaços menores e um pouco de cravo. Quando o líquido começar a ferver, acrescente a farinha de trigo e o fubá de canjica.
Coloque a massa em uma tábua. Acrescente o fermento e sove bem por uns 10 minutos. Faça pequenos bolinhos com a massa e embale cada um na folha de bananeira. Leve as trouxinhas ao forno por 20 minutos.
No passado colonial, a mesa farta das fazendas tinha também o objetivo de estimular a conversa com os visitantes, que muitas vezes vinham de longe.
O café da região Centro-Oeste. O pantaneiro da região centro- oeste. Prepara sempre seu café da manhã, como se fosse um almoço, é algo bastante substancioso pois prepara o homem que trabalha duro no campo o dia inteiro para correr atrás do gado, e ir a luta, com a barriga cheia e bom humor, coisa característica deste povo. Apesar de ser a primeira refeição, é repleta de pratos que normalmente se comeria no almoço, isso acontece por ser o alimento que dá energia para o peão trabalhar durante todo dia. Servido com: ovos, paçoca de pilão com bananinha, banana da terra na chapa, linguiça acebolada, bolo de arroz, chipa, frutas, sucos e o arroz carreteiro, as vezes galinhadas, cuscuz, bolos etc.
Queridos e fofetes, segue a relação na divisão de tarefas. Quem por algum acaso do destino não esteja feliz com o local em que ficou encarregado faça nos comentários sua observação que reencaminharei para outro serviço. Att.
*Financeiro: Lenilda Queiros Dos Santos , Luciana Dos Santos , Nathália, Ubirani
*Ambientação: Deborah Farias , Jamile Souza B , Cledyson, Rafael Da Silva Pereira
*Front/Back (cozinha/serviço/recepção): Miriam Karla , Luciene Cruz , Maria Heliana, Aildo, Jirlene
Cada líder deve juntamente com a equipe desenvolver o serviço a ser prestado e se porventura precisar de verba ou auxílio reportar ao setor que precisar, o líder da equipe deverá distribuir tarefas, calcular os gastos e passar a lista de custo devidamente especificada para o financeiro.
Você sabe o que é o Tereré? A origem do tereré data da invasão europeia por castelhanos e portugueses, quando era usado pelas tribos guarani, nhandeva, kaiowá e outra etnias chaquenhas, muito antes da Guerra do Paraguai e da Guerra do Chaco (entre Paraguai e Bolívia, 1932-1935), quando as tropas começaram a beber mate frio para não acender fogos que denunciariam sua posição, isso possivelmente na região de Ponta Porã ( Mato Grosso do Sul ), que na época pertencia ao Paraguai. O tereré é um chá gelado, feito com folhas da erva-mate moída grosseiramente, árvore característica do Centro-Oeste do Brasil. É bebido em guapos, típico copo comprido, feito de chifre de boi, com uma das extremidades lacradas com madeira ou couro de boi e seu exterior revestido por verniz, e uma bomba que é utilizada para filtrar a infusão do tereré, para que não se absorva o pó da erva triturada. Feita normalmente de aluminio, nunca deve ser feita de ferro por causa da oxidação, que altera o sabor. A bebida é tomada a qualquer momento, mas especialmente ao fim da tarde em rodas de conversas entre peões pantaneiros , amigos ou famílias. O mesmo foi adotado como tradição cultural do Paraná e do Paraguai, porém o hábito de tomá-lo não tem fronteiras.
Café Quebra Torto - Um pouco da história Em 1864 a 1870 o Brasil, Uruguai e Argentina entraram em Guerra contra o Paraguai, foram suspensas as navegações pelos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná. Sem condições de adquirir alimentos e produtos de fora, os cuiabanos tiveram que consumir somente o que cultivavam. O arroz era produzido às margens do Rio Cuiabá e se criava gado. Desse isolamento surgiram alguns pratos típicos da região, como a carne com arroz, denominada ‘Maria Izabel’, e a carne com banana verde, o furrundú e outras iguarias. Ou seja, o cuiabano utilizou dos insumos que possuía para formar sua gastronomia. 1 - CQT - Maria Isabel
- O que é É um café da manhã tipicamente pantaneiro, comum nas fazendas de Mato Grosso do Sul. É composto por ingredientes que seriam mais comuns em um almoço bem-servido. Conhecido em todo território mato-grossense, recebendo em alguns lugares o nome de “almocinho”, todavia, a composição é sempre rica e saborosa. O quebra torto como refeição do pantaneiro é servido geralmente bem cedo entre 4:00 e 5:00hs da manhã e tem como base o arroz carreteiro, ovos e farofa. Já o café quebra torto que é servido nos hotéis e pousadas da região é servido das 8:00 as 10:00hs com mais requinte e variedades de pratos.
O quebra-torto é composto por ingredientes que seriam mais comuns em um almoço bem-servido. É um desjejum que tem arroz-de-carreteiro, mandioca, ovos fritos e "bolo Souza", cujo gosto lembra o do pão de queijo. Há ainda biscoitos doces, bolo de fubá, bolo de mandioca e, para beber, sucos, café, leite com açúcar queimado. E inclui também a sopa paraguaia -mas esqueça a colher: apesar do nome, ela é uma espécie de quiche de queijo.
Isso é o suficiente para o homem pantaneiro tocar suas comitivas de boi ao longo da Estrada Parque Pantanal - a mesma que serve para turistas praticarem "birdwachting" (sim, a observação de pássaros) ou, simplesmente, suspirarem ao avistar um jacaré.
Se a paciência acabar ou o calor impuser limites, não tem problema. Mais uma vez, o pantaneiro recorre à culinária da região para recuperar as forças. Como um ritual, todos os peões se reúnem no meio do dia para conversar e tomar uma cuia do chá gelado típico do pantaneiro. É o tereré, feito com folhas verdes de erva-mate, uma árvore característica do oeste do Brasil, nas divisas com Bolívia, Paraguai e Argentina.
Qual o significado de quebra-torto?
Significa café da manhã reforçado, e coloca reforçado nisso, ele e composto de carne, arroz de carreteiro, bolos, biscoitos tudo para que durante a comitiva de bois eles não sintam fome e estejam abastecido por um período maior.
Ficha técnica prontas entrega na reunião
ResponderExcluirA culinária do Brasil é uma mistura de raças, tons, de cores e vida.
ResponderExcluirCostumes e necessidade, de riqueza e de pobreza, é feita do fruto do trabalho, da criação, da arte, e da força de um povo.
Ser brasileiro, é somar, misturar, criar. É viver, ser livre mesmo sem nada ter.
É ter a alegria de transformar o nada em tudo.
ResponderExcluirFurrundu é o famoso doce feito de mamão e rapadura de cana. Uma verdadeira maravilha!
Ingredientes:
- 3 mamões verdes
- 2 rapaduras
- gengibre, cravo e canela
Preparo:
Rale os mamões e lave-os bem, até retirar todo o leite. Leve ao fogo com a rapadura, gengibre, cravo e canela. Deixe cozinhar em fogo brando, mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela. Sirva com queijo.
CREME DE CENOURA
ResponderExcluirSirva o creme de cenoura acompanhado de croutons ou torradas.
Ingredientes:
1 xícara (chá) de maionese HELLMANN´S Deleite
1 colher (sopa) de creme vegetal BECEL
1 cebola pequena picada
2 cenouras médias cortadas em rodelas médias
2 xícaras (chá) de água fervente
meia colher (chá) de sal
1 colher (chá) de gengibre fresco ralado
Preparo:
Em uma panela de pressão, aqueça o creme vegetal BECEL em fogo médio e refogue a cebola. Junte as cenouras e refogue por 3 minutos. Junte a água e o sal. Tampe a panela e cozinhe por 15 minutos, contatos a partir do início da pressão. Retire todo vapor e abra a panela. Bata no liquidificador até ficar cremoso. Volte a mistura batida para a panela, junte o gengibre e leve ao fogo médio. Acrescente a maionese HELLMANN´S deleite, mexendo delicadamente até ferver e ficar levemente cremoso. Sirva em seguida.
DICA
Hellmann’s Deleite substitui ingredientes tradicionais dessa receita, reduzindo 76,0% das gorduras saturadas deste prato.
Rendimento: 6 porções
Tempo de preparo: 30 minutos
Tempo total: 30 minutos
As receitas foram desenvolvidas pela Cozinha Experimental da Unilever.
A Região Centro-Oeste possui uma área de 1.592.749 Km², o que corresponde a mais de 18% do território brasileiro. É formado pelos estados: Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), e Goiás (GO). Nessa região encontra-se o Distrito Federal que, é a sede do governo da República Federativa do Brasil. Nele está localizado a cidade de Brasília, capital do nosso país.
ResponderExcluirA região Centro-Oeste faz fronteira com todas as regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Ela faz fronteira também com dois países da América do Sul: Bolívia e Paraguai.
A Região Centro-Oeste é a única região barsileira que não é banhada pelo mar, sendo este um fator que atrasou o seu povoamento, pois a região fica no coração da América do Sul.
O relevo da região é de altitudes suaves, destacando-se o Planalto Central, a Planície do Pantanal e o Planalto Meridional.
Ela é atravessada pelo rio Paraguai e é uma planície que fica alagada durante as cheias (de setembro a abril), quando forma enormes lagos. O clima predominante na região é o tropical, continental ou semiárido.
Na Região Centro-Oeste existe uma vegetação variada, embora a vegetação característica seja o CERRADO. O Cerrado é a segunda paisagem vegetal do Brasil. É uma consequência dos solos sedimentares permeáveis e é formada por campos naturais úteis para a criação de gado.
Necessidade pode ser usado em variados contextos:
ResponderExcluir• Necessidade (filosofia) - a propriedade daquilo que é (e não pode não ser) em todos os mundos possíveis
• Necessidade (psicologia)- é a sensação da falta de alguma coisa indispensável, útil ou cômoda ao homem
• Necessidades educativas especiais, um conceito atual em Educação
• Estado de necessidade, uma causa especial que retira o caráter antijurídico de um fato tipificado como crime
• Necessidades Econômicas, também chamadas de "necessidades sociais"
É tudo aquilo que precisamos para viver, necessitamos sempre de algo, de alguém de alguma coisa.
É por esta necessidade que precisamos nos unir para fazer este trabalho bem feito.
ResponderExcluirBiscoitos do Céu
Avalie e comente!
Ingredientes
240 gr de açúcar
240 gr de margarina
2 unidade(s) de ovo
quanto baste de raspas de limão
500 gr de farinha de trigo
como fazer;
Junte tudo até que fique com liga, amasse sobre uma pedra enfarinhada.
Dê o formato que quiser, cortando com cortadores ou utensílios da cozinha.
Coloque em um tabuleiro untado .Asse em forno a 150ºC até dourar.
ResponderExcluir20/04/2014 09h00 - Atualizado em 20/04/2014 09h14
Em GO, fazenda histórica preserva receitas antigas dos tempos coloniais
Na propriedade do século XVIII, a dona se diz apaixonada por história.
Ela mantém vivas receitas de dar água na boca, como a matula de galinha.
Do Globo Rural
9 comentários
A Fazenda Babilônia, em Goiás, proporciona uma viagem ao período colonial brasileiro. A principal fonte de renda vem do gado de corte, outra atividade importante é o turismo rural.
A dona da propriedade do século XVIII, Telma Machado, apaixonada por história, mantém vivas receitas antigas de dar água na boca.
Pirenópolis é uma joia do período colonial brasileiro com suas ladeiras, fachadas e igrejas. Fundada em 1727, a cidade passou por vários restauros nos últimos anos e hoje se destaca como um dos pontos turísticos mais badalados do Centro-Oeste do país.
Pirenópolis também preserva velhas tradições culturais como a Cavalhada, uma representação da batalha histórica, entre mouros e cristãos, que ocorre todos os anos pela cidade. No campo, a atividade mais importante é a criação de gado.
A Fazenda Babilônia, famosa pela região, é tombada como Patrimônio Histórico. De acordo com os donos, Antônio e Telma Machado, a fazenda começou a se formar no final do século XVIII e logo se tornou grande produtora de algodão e cana-de-açúcar.
A sede, comprada em 1870, segue o estilo bandeirista, um tipo de arquitetura difundida pelos bandeirantes, quando os exploradores saiam de São Paulo para escravizar indígenas, procurar ouro e outras riquezas.
Ao longo do ano, Telma recebe visitantes de várias partes do Brasil e de outros países, que buscam conhecer um pouco da história e da boa mesa da região. Ela ensina a preparar a matula de galinha e o bolo da senzala, duas receitas típicas da cozinha colonial goiana.
Matula de galinha
Ingredientes
1 galinha caipira (ave velha de preferência)
100 gramas de farinha de milho
50 gramas de banha de porco
1 colher de sopa de alho amassado
1 colher de chá de açafrão da terra, também conhecido como cúrcuma
Pimenta de cheiro e sal a gosto
Palha de milho para embalar
Modo de preparo
Corte a galinha em pedaços. Retire as vísceras e ossos. Leve as partes de carne para um moedor. Passe a farinha de milho em uma peneira para ficar bem fininha. Em uma gamela, misture a carne moída com os outros ingredientes. Misture bem a massa e faça bolinhos. Embale e amarre os bolinhos na palha de milho, que deve passar por uma boa fervura. As matulas prontas são colocadas em uma assadeira e levadas ao forno, onde ficarão por cerca 20 minutos. A receita rende cerca de 40 ou 50 matulinhas.
Bolo da senzala
Ingredientes
1 litro de garapa de cana
½ quilo de fubá de canjica
2 xícaras de farinha de trigo
½ xícara de açúcar
1 colher de sopa de fermento
1 copo de leite
100 gramas de manteiga
cravo e canela em pau
algumas folhas de bananeira
Modo de preparo
Despeje a garapa em uma panela no fogo baixo. Depois, coloque a manteiga, o açúcar, o leite, a canela em pau quebrada em pedaços menores e um pouco de cravo. Quando o líquido começar a ferver, acrescente a farinha de trigo e o fubá de canjica.
Coloque a massa em uma tábua. Acrescente o fermento e sove bem por uns 10 minutos. Faça pequenos bolinhos com a massa e embale cada um na folha de bananeira. Leve as trouxinhas ao forno por 20 minutos.
No passado colonial, a mesa farta das fazendas tinha também o objetivo de estimular a conversa com os visitantes, que muitas vezes vinham de longe.
O café da região Centro-Oeste.
ResponderExcluirO pantaneiro da região centro- oeste. Prepara sempre seu café da manhã, como se fosse um almoço, é algo bastante substancioso pois prepara o homem que trabalha duro no campo o dia inteiro para correr atrás do gado, e ir a luta, com a barriga cheia e bom humor, coisa característica deste povo. Apesar de ser a primeira refeição, é repleta de pratos que normalmente se comeria no almoço, isso acontece por ser o alimento que dá energia para o peão trabalhar durante todo dia.
Servido com: ovos, paçoca de pilão com bananinha, banana da terra na chapa, linguiça acebolada, bolo de arroz, chipa, frutas, sucos e o arroz carreteiro, as vezes galinhadas, cuscuz, bolos etc.
Queridos e fofetes, segue a relação na divisão de tarefas.
ResponderExcluirQuem por algum acaso do destino não esteja feliz com o local em que ficou encarregado faça nos comentários sua observação que reencaminharei para outro serviço. Att.
Vivência Pantaneira
*Comunicação: Jandira Chateauneuf , Thainah, Rosângela , Ilo
*Financeiro: Lenilda Queiros Dos Santos , Luciana Dos Santos , Nathália, Ubirani
*Ambientação: Deborah Farias , Jamile Souza B , Cledyson, Rafael Da Silva Pereira
*Front/Back (cozinha/serviço/recepção): Miriam Karla , Luciene Cruz , Maria Heliana, Aildo, Jirlene
Cada líder deve juntamente com a equipe desenvolver o serviço a ser prestado e se porventura precisar de verba ou auxílio reportar ao setor que precisar, o líder da equipe deverá distribuir tarefas, calcular os gastos e passar a lista de custo devidamente especificada para o financeiro.
Qualquer dúvida favor de falar. Deborah Farias
Luciene Cruz
ResponderExcluir14:42 (Há 29 minutos)
Você sabe o que é o Tereré?
A origem do tereré data da invasão europeia por castelhanos e portugueses, quando era usado pelas tribos guarani, nhandeva, kaiowá e outra etnias chaquenhas, muito antes da Guerra do Paraguai e da Guerra do Chaco (entre Paraguai e Bolívia, 1932-1935), quando as tropas começaram a beber mate frio para não acender fogos que denunciariam sua posição, isso possivelmente na região de Ponta Porã ( Mato Grosso do Sul ), que na época pertencia ao Paraguai.
O tereré é um chá gelado, feito com folhas da erva-mate moída grosseiramente, árvore característica do Centro-Oeste do Brasil. É bebido em guapos, típico copo comprido, feito de chifre de boi, com uma das extremidades lacradas com madeira ou couro de boi e seu exterior revestido por verniz, e uma bomba que é utilizada para filtrar a infusão do tereré, para que não se absorva o pó da erva triturada. Feita normalmente de aluminio, nunca deve ser feita de ferro por causa da oxidação, que altera o sabor. A bebida é tomada a qualquer momento, mas especialmente ao fim da tarde em rodas de conversas entre peões pantaneiros , amigos ou famílias. O mesmo foi adotado como tradição cultural do Paraná e do Paraguai, porém o hábito de tomá-lo não tem fronteiras.
Café Quebra Torto
ResponderExcluir- Um pouco da história
Em 1864 a 1870 o Brasil, Uruguai e Argentina entraram em Guerra contra o Paraguai, foram suspensas as navegações pelos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná. Sem condições de adquirir alimentos e produtos de fora, os cuiabanos tiveram que consumir somente o que cultivavam. O arroz era produzido às margens do Rio Cuiabá e se criava gado. Desse isolamento surgiram alguns pratos típicos da região, como a carne com arroz, denominada ‘Maria Izabel’, e a carne com banana verde, o furrundú e outras iguarias. Ou seja, o cuiabano utilizou dos insumos que possuía para formar sua gastronomia.
1 - CQT - Maria Isabel
- O que é
É um café da manhã tipicamente pantaneiro, comum nas fazendas de Mato Grosso do Sul. É composto por ingredientes que seriam mais comuns em um almoço bem-servido. Conhecido em todo território mato-grossense, recebendo em alguns lugares o nome de “almocinho”, todavia, a composição é sempre rica e saborosa.
O quebra torto como refeição do pantaneiro é servido geralmente bem cedo entre 4:00 e 5:00hs da manhã e tem como base o arroz carreteiro, ovos e farofa. Já o café quebra torto que é servido nos hotéis e pousadas da região é servido das 8:00 as 10:00hs com mais requinte e variedades de pratos.
Luciene cruz
que é o café quebra- torto.
ResponderExcluirO quebra-torto é composto por ingredientes que seriam mais comuns em um almoço bem-servido. É um desjejum que tem arroz-de-carreteiro, mandioca, ovos fritos e "bolo Souza", cujo gosto lembra o do pão de queijo. Há ainda biscoitos doces, bolo de fubá, bolo de mandioca e, para beber, sucos, café, leite com açúcar queimado. E inclui também a sopa paraguaia -mas esqueça a colher: apesar do nome, ela é uma espécie de quiche de queijo.
Isso é o suficiente para o homem pantaneiro tocar suas comitivas de boi ao longo da Estrada Parque Pantanal - a mesma que serve para turistas praticarem "birdwachting" (sim, a observação de pássaros) ou, simplesmente, suspirarem ao avistar um jacaré.
Se a paciência acabar ou o calor impuser limites, não tem problema. Mais uma vez, o pantaneiro recorre à culinária da região para recuperar as forças. Como um ritual, todos os peões se reúnem no meio do dia para conversar e tomar uma cuia do chá gelado típico do pantaneiro. É o tereré, feito com folhas verdes de erva-mate, uma árvore característica do oeste do Brasil, nas divisas com Bolívia, Paraguai e Argentina.
Qual o significado de quebra-torto?
Significa café da manhã reforçado, e coloca reforçado nisso, ele e composto de carne, arroz de carreteiro, bolos, biscoitos tudo para que durante a comitiva de bois eles não sintam fome e estejam abastecido por um período maior.
Luciene Cruz