domingo, 16 de março de 2014

Quebra torto

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13 comentários:

  1. Ficha técnica prontas entrega na reunião

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  2. A culinária do Brasil é uma mistura de raças, tons, de cores e vida.
    Costumes e necessidade, de riqueza e de pobreza, é feita do fruto do trabalho, da criação, da arte, e da força de um povo.
    Ser brasileiro, é somar, misturar, criar. É viver, ser livre mesmo sem nada ter.
    É ter a alegria de transformar o nada em tudo.

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  3. Furrundu é o famoso doce feito de mamão e rapadura de cana. Uma verdadeira maravilha!

    Ingredientes:

    - 3 mamões verdes
    - 2 rapaduras
    - gengibre, cravo e canela

    Preparo:

    Rale os mamões e lave-os bem, até retirar todo o leite. Leve ao fogo com a rapadura, gengibre, cravo e canela. Deixe cozinhar em fogo brando, mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela. Sirva com queijo.

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  4. CREME DE CENOURA

    Sirva o creme de cenoura acompanhado de croutons ou torradas.

    Ingredientes:
    1 xícara (chá) de maionese HELLMANN´S Deleite
    1 colher (sopa) de creme vegetal BECEL
    1 cebola pequena picada
    2 cenouras médias cortadas em rodelas médias
    2 xícaras (chá) de água fervente
    meia colher (chá) de sal
    1 colher (chá) de gengibre fresco ralado

    Preparo:

    Em uma panela de pressão, aqueça o creme vegetal BECEL em fogo médio e refogue a cebola. Junte as cenouras e refogue por 3 minutos. Junte a água e o sal. Tampe a panela e cozinhe por 15 minutos, contatos a partir do início da pressão. Retire todo vapor e abra a panela. Bata no liquidificador até ficar cremoso. Volte a mistura batida para a panela, junte o gengibre e leve ao fogo médio. Acrescente a maionese HELLMANN´S deleite, mexendo delicadamente até ferver e ficar levemente cremoso. Sirva em seguida.

    DICA

    Hellmann’s Deleite substitui ingredientes tradicionais dessa receita, reduzindo 76,0% das gorduras saturadas deste prato.
    Rendimento: 6 porções

    Tempo de preparo: 30 minutos

    Tempo total: 30 minutos
    As receitas foram desenvolvidas pela Cozinha Experimental da Unilever.

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  5. A Região Centro-Oeste possui uma área de 1.592.749 Km², o que corresponde a mais de 18% do território brasileiro. É formado pelos estados: Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), e Goiás (GO). Nessa região encontra-se o Distrito Federal que, é a sede do governo da República Federativa do Brasil. Nele está localizado a cidade de Brasília, capital do nosso país.
    A região Centro-Oeste faz fronteira com todas as regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Ela faz fronteira também com dois países da América do Sul: Bolívia e Paraguai.
    A Região Centro-Oeste é a única região barsileira que não é banhada pelo mar, sendo este um fator que atrasou o seu povoamento, pois a região fica no coração da América do Sul.

    O relevo da região é de altitudes suaves, destacando-se o Planalto Central, a Planície do Pantanal e o Planalto Meridional.
    Ela é atravessada pelo rio Paraguai e é uma planície que fica alagada durante as cheias (de setembro a abril), quando forma enormes lagos. O clima predominante na região é o tropical, continental ou semiárido.
    Na Região Centro-Oeste existe uma vegetação variada, embora a vegetação característica seja o CERRADO. O Cerrado é a segunda paisagem vegetal do Brasil. É uma consequência dos solos sedimentares permeáveis e é formada por campos naturais úteis para a criação de gado.

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  6. Necessidade pode ser usado em variados contextos:
    • Necessidade (filosofia) - a propriedade daquilo que é (e não pode não ser) em todos os mundos possíveis
    • Necessidade (psicologia)- é a sensação da falta de alguma coisa indispensável, útil ou cômoda ao homem
    • Necessidades educativas especiais, um conceito atual em Educação
    • Estado de necessidade, uma causa especial que retira o caráter antijurídico de um fato tipificado como crime
    • Necessidades Econômicas, também chamadas de "necessidades sociais"
    É tudo aquilo que precisamos para viver, necessitamos sempre de algo, de alguém de alguma coisa.
    É por esta necessidade que precisamos nos unir para fazer este trabalho bem feito.

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  7. Biscoitos do Céu
    Avalie e comente!
    Ingredientes

    240 gr de açúcar
    240 gr de margarina
    2 unidade(s) de ovo
    quanto baste de raspas de limão
    500 gr de farinha de trigo

    como fazer;
    Junte tudo até que fique com liga, amasse sobre uma pedra enfarinhada.
    Dê o formato que quiser, cortando com cortadores ou utensílios da cozinha.
    Coloque em um tabuleiro untado .Asse em forno a 150ºC até dourar.


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  8. 20/04/2014 09h00 - Atualizado em 20/04/2014 09h14
    Em GO, fazenda histórica preserva receitas antigas dos tempos coloniais
    Na propriedade do século XVIII, a dona se diz apaixonada por história.
    Ela mantém vivas receitas de dar água na boca, como a matula de galinha.

    Do Globo Rural
    9 comentários

    A Fazenda Babilônia, em Goiás, proporciona uma viagem ao período colonial brasileiro. A principal fonte de renda vem do gado de corte, outra atividade importante é o turismo rural.

    A dona da propriedade do século XVIII, Telma Machado, apaixonada por história, mantém vivas receitas antigas de dar água na boca.

    Pirenópolis é uma joia do período colonial brasileiro com suas ladeiras, fachadas e igrejas. Fundada em 1727, a cidade passou por vários restauros nos últimos anos e hoje se destaca como um dos pontos turísticos mais badalados do Centro-Oeste do país.

    Pirenópolis também preserva velhas tradições culturais como a Cavalhada, uma representação da batalha histórica, entre mouros e cristãos, que ocorre todos os anos pela cidade. No campo, a atividade mais importante é a criação de gado.

    A Fazenda Babilônia, famosa pela região, é tombada como Patrimônio Histórico. De acordo com os donos, Antônio e Telma Machado, a fazenda começou a se formar no final do século XVIII e logo se tornou grande produtora de algodão e cana-de-açúcar.

    A sede, comprada em 1870, segue o estilo bandeirista, um tipo de arquitetura difundida pelos bandeirantes, quando os exploradores saiam de São Paulo para escravizar indígenas, procurar ouro e outras riquezas.

    Ao longo do ano, Telma recebe visitantes de várias partes do Brasil e de outros países, que buscam conhecer um pouco da história e da boa mesa da região. Ela ensina a preparar a matula de galinha e o bolo da senzala, duas receitas típicas da cozinha colonial goiana.

    Matula de galinha
    Ingredientes
    1 galinha caipira (ave velha de preferência)
    100 gramas de farinha de milho
    50 gramas de banha de porco
    1 colher de sopa de alho amassado
    1 colher de chá de açafrão da terra, também conhecido como cúrcuma
    Pimenta de cheiro e sal a gosto
    Palha de milho para embalar

    Modo de preparo
    Corte a galinha em pedaços. Retire as vísceras e ossos. Leve as partes de carne para um moedor. Passe a farinha de milho em uma peneira para ficar bem fininha. Em uma gamela, misture a carne moída com os outros ingredientes. Misture bem a massa e faça bolinhos. Embale e amarre os bolinhos na palha de milho, que deve passar por uma boa fervura. As matulas prontas são colocadas em uma assadeira e levadas ao forno, onde ficarão por cerca 20 minutos. A receita rende cerca de 40 ou 50 matulinhas.

    Bolo da senzala
    Ingredientes
    1 litro de garapa de cana
    ½ quilo de fubá de canjica
    2 xícaras de farinha de trigo
    ½ xícara de açúcar
    1 colher de sopa de fermento
    1 copo de leite
    100 gramas de manteiga
    cravo e canela em pau
    algumas folhas de bananeira

    Modo de preparo
    Despeje a garapa em uma panela no fogo baixo. Depois, coloque a manteiga, o açúcar, o leite, a canela em pau quebrada em pedaços menores e um pouco de cravo. Quando o líquido começar a ferver, acrescente a farinha de trigo e o fubá de canjica.

    Coloque a massa em uma tábua. Acrescente o fermento e sove bem por uns 10 minutos. Faça pequenos bolinhos com a massa e embale cada um na folha de bananeira. Leve as trouxinhas ao forno por 20 minutos.

    No passado colonial, a mesa farta das fazendas tinha também o objetivo de estimular a conversa com os visitantes, que muitas vezes vinham de longe.

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  9. O café da região Centro-Oeste.
    O pantaneiro da região centro- oeste. Prepara sempre seu café da manhã, como se fosse um almoço, é algo bastante substancioso pois prepara o homem que trabalha duro no campo o dia inteiro para correr atrás do gado, e ir a luta, com a barriga cheia e bom humor, coisa característica deste povo. Apesar de ser a primeira refeição, é repleta de pratos que normalmente se comeria no almoço, isso acontece por ser o alimento que dá energia para o peão trabalhar durante todo dia.
    Servido com: ovos, paçoca de pilão com bananinha, banana da terra na chapa, linguiça acebolada, bolo de arroz, chipa, frutas, sucos e o arroz carreteiro, as vezes galinhadas, cuscuz, bolos etc.

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  10. Queridos e fofetes, segue a relação na divisão de tarefas.
    Quem por algum acaso do destino não esteja feliz com o local em que ficou encarregado faça nos comentários sua observação que reencaminharei para outro serviço. Att.

    Vivência Pantaneira

    *Comunicação: Jandira Chateauneuf , Thainah, Rosângela , Ilo

    *Financeiro: Lenilda Queiros Dos Santos , Luciana Dos Santos , Nathália, Ubirani

    *Ambientação: Deborah Farias , Jamile Souza B , Cledyson, Rafael Da Silva Pereira

    *Front/Back (cozinha/serviço/recepção): Miriam Karla , Luciene Cruz , Maria Heliana, Aildo, Jirlene

    Cada líder deve juntamente com a equipe desenvolver o serviço a ser prestado e se porventura precisar de verba ou auxílio reportar ao setor que precisar, o líder da equipe deverá distribuir tarefas, calcular os gastos e passar a lista de custo devidamente especificada para o financeiro.

    Qualquer dúvida favor de falar. Deborah Farias

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  11. Luciene Cruz

    14:42 (Há 29 minutos)


    Você sabe o que é o Tereré?
    A origem do tereré data da invasão europeia por castelhanos e portugueses, quando era usado pelas tribos guarani, nhandeva, kaiowá e outra etnias chaquenhas, muito antes da Guerra do Paraguai e da Guerra do Chaco (entre Paraguai e Bolívia, 1932-1935), quando as tropas começaram a beber mate frio para não acender fogos que denunciariam sua posição, isso possivelmente na região de Ponta Porã ( Mato Grosso do Sul ), que na época pertencia ao Paraguai.
    O tereré é um chá gelado, feito com folhas da erva-mate moída grosseiramente, árvore característica do Centro-Oeste do Brasil. É bebido em guapos, típico copo comprido, feito de chifre de boi, com uma das extremidades lacradas com madeira ou couro de boi e seu exterior revestido por verniz, e uma bomba que é utilizada para filtrar a infusão do tereré, para que não se absorva o pó da erva triturada. Feita normalmente de aluminio, nunca deve ser feita de ferro por causa da oxidação, que altera o sabor. A bebida é tomada a qualquer momento, mas especialmente ao fim da tarde em rodas de conversas entre peões pantaneiros , amigos ou famílias. O mesmo foi adotado como tradição cultural do Paraná e do Paraguai, porém o hábito de tomá-lo não tem fronteiras.

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  12. Café Quebra Torto
    - Um pouco da história
    Em 1864 a 1870 o Brasil, Uruguai e Argentina entraram em Guerra contra o Paraguai, foram suspensas as navegações pelos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná. Sem condições de adquirir alimentos e produtos de fora, os cuiabanos tiveram que consumir somente o que cultivavam. O arroz era produzido às margens do Rio Cuiabá e se criava gado. Desse isolamento surgiram alguns pratos típicos da região, como a carne com arroz, denominada ‘Maria Izabel’, e a carne com banana verde, o furrundú e outras iguarias. Ou seja, o cuiabano utilizou dos insumos que possuía para formar sua gastronomia.
    1 - CQT - Maria Isabel

    - O que é
    É um café da manhã tipicamente pantaneiro, comum nas fazendas de Mato Grosso do Sul. É composto por ingredientes que seriam mais comuns em um almoço bem-servido. Conhecido em todo território mato-grossense, recebendo em alguns lugares o nome de “almocinho”, todavia, a composição é sempre rica e saborosa.
    O quebra torto como refeição do pantaneiro é servido geralmente bem cedo entre 4:00 e 5:00hs da manhã e tem como base o arroz carreteiro, ovos e farofa. Já o café quebra torto que é servido nos hotéis e pousadas da região é servido das 8:00 as 10:00hs com mais requinte e variedades de pratos.

    Luciene cruz

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  13. que é o café quebra- torto.



    O quebra-torto é composto por ingredientes que seriam mais comuns em um almoço bem-servido. É um desjejum que tem arroz-de-carreteiro, mandioca, ovos fritos e "bolo Souza", cujo gosto lembra o do pão de queijo. Há ainda biscoitos doces, bolo de fubá, bolo de mandioca e, para beber, sucos, café, leite com açúcar queimado. E inclui também a sopa paraguaia -mas esqueça a colher: apesar do nome, ela é uma espécie de quiche de queijo.

    Isso é o suficiente para o homem pantaneiro tocar suas comitivas de boi ao longo da Estrada Parque Pantanal - a mesma que serve para turistas praticarem "birdwachting" (sim, a observação de pássaros) ou, simplesmente, suspirarem ao avistar um jacaré.

    Se a paciência acabar ou o calor impuser limites, não tem problema. Mais uma vez, o pantaneiro recorre à culinária da região para recuperar as forças. Como um ritual, todos os peões se reúnem no meio do dia para conversar e tomar uma cuia do chá gelado típico do pantaneiro. É o tereré, feito com folhas verdes de erva-mate, uma árvore característica do oeste do Brasil, nas divisas com Bolívia, Paraguai e Argentina.

    Qual o significado de quebra-torto?

    Significa café da manhã reforçado, e coloca reforçado nisso, ele e composto de carne, arroz de carreteiro, bolos, biscoitos tudo para que durante a comitiva de bois eles não sintam fome e estejam abastecido por um período maior.

    Luciene Cruz

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